O Bom do Videogame

E se pudéssemos reviver a década de 90, tempo em que passávamos nossos fins de semana na casa dos primos ou dos amigos tentando zerar aquele jogo do qual todo mundo está falando, ou ansiosos por aquele cartucho super disputado na locadora e ser o primeiro a locar?

Nesta época, a molecada queria mesmo era ser O BOM DO VIDEOGAME!

E se eu disser que agora vamos poder matar um pouco do saudosismo com um board game que une todas essas memórias numa caixa só?

O Bom do Videogame vem aí! Com previsão de lançamento do Financiamento Coletivo no Catarse no dia 14/08/2019, aniversário de 30 anos da chegada dos videogames 16 bits ao Ocidente, esse jogo promete te remeter aos tempos áureos dos cartuchos de SNES, Master System, Mega Drive e tantos outros que fizeram a alegria da nossa infância e juventude.

No jogo, somos crianças que dividem suas atenções entre estudar, comprar revistas de “detonado” nos jornaleiros, visitar as locadoras, pedir jogos de presente aos pais (prometendo estudar muito) e, claro, jogar até conseguir zerar!

O Bom do Videogame: Revista Detonado
Figura 1: Revista de “detonado”

As ações do jogo são baseadas numa Grade de Ação, onde os jogadores escolhem uma ficha de botão e fazem a ação correspondente à posição desta ficha. As ações correspondem à semana da criança, e durante este tempo ela poderá visitar mais cedo a locadora, ir no jornaleiro, estudar, prometer que vai estudar para conseguir uma graninha, entre outras ações que fazem o jogo ser muito temático e imersivo. Particularmente, a ideia de as promessas de estudo que você acumula atrapalharem a jogatina me conquistou!

Acabadas as rodadas de semana, chega o aguardado final de semana e agora todos podem ir para a locadora e alugar todos os jogos que o dinheiro permitir. Mas é bom chegar cedo, pois os títulos mais cobiçados podem não estar mais lá quando chegar.

Os jogos, tanto na locadora quanto na loja, são divididos por gênero (luta, esporte, tiro, plataforma, RPG e variedades) e dificuldade (fácil, médio e difícil).

O Bom do Videogame: Gêneros e dificuldade
Figura 2: Gêneros e dificuldades dos jogos

Para jogá-los e/ou zerá-los, você deve usar uma combinação das fichas que você acumulou durante a semana pegando na Grade de Ações. Esta combinação sempre vem descrita na parte inferior da carta de jogo. Jogar um jogo antes de zerar facilita um futuro lançamento, bem como as revistas de detonado que tiverem o mesmo gênero do jogo substituem uma das fichas necessárias.

O Bom do Videogame: Jogo Neow
Figura 3: Jogo Neow

Por exemplo, o jogo “Neow” é um jogo de plataforma, de dificuldade média, que rende 7 pontos quando zerado. Para jogá-lo, é necessário descartar duas fichas com números em sequência (símbolo de “play” entre A e B). Mas para zerá-lo, deve-se descartar 4 fichas com números em sequência (exemplo: 2, 3, 4 e 5). Caso tenha jogado antes de zerar, pode usar uma ficha a menos na sequência, assim como cada revista que contenha o gênero de plataforma pode ser usada para substituir uma ficha da sequência de zeramento.

O Bom do Videogame: Jogo Bounty Huntress
Figura 4: Jogo Bounty Huntress

No jogo Bounty Huntress, são necessárias 4 fichas em sequência, assim como no Neow, para zerá-lo. Porém, desta vez, as fichas devem ser, obrigatoriamente, da mesma cor! Por isso, ficou classificado como difícil e também vale mais pontos.

E assim o jogo segue, até que são concluídas 5 semanas de disputa. Ao final, são contados os pontos e aquele com mais pontos é declarado O Bom do Videogame.

Não perca esse lançamento dos designers Patrick Matheus e André Luiz Negrão, que promete nos fazer reviver essa época de forma muito temática e divertida!

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